O negócio foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração da Lexmark e é resultado de análise estratégica com o auxílio de assessores para maximizar o valor da companhia para os acionistas e alcançar o valor intrínseco da empresa.
A fusão é financiada através de aportes de capital do consórcio e de financiamento da dívida, mas não está sujeita a uma condição de financiamento.
O consórcio pretende manter a sede corporativa da Lexmark em Lexington, em Kentucky, nos Estados Unidos, com a presença do presidente e atual CEO da empresa, Paul Rooke.
Estimativas indicam que a negociação seja fechada no segundo semestre de 2016, estando sujeita a aprovação dos acionistas da Lexmark, das agências reguladoras dos EUA, incluindo o Comitê de Investidores Estrangeiros, pela China e por outras jurisdições, bem como por outras condições de fechamento habituais.
Além disso, acredita-se que os dois grupos da Lexmark (Soluções de Imagens & Serviços e Softwares Empresariais) e as operações regionais e nacionais da empresa sejam beneficiadas pela transação.
O Conselho de Administração da Lexmark declarou que seus dividendos trimestrais foram de US$ 0,36 por ação Lexmark Class A Common Stock. Esses dividendos serão pagos no dia 17 de junho de 2016 aos acionistas registrados no fechamento das operações na Bolsa de Valores no dia 3 de junho de 2016.
A Lexmark informou também que não realizará a conferência telefônica com analistas e investidores em relação aos resultados do primeiro trimestre de 2016 enquanto a transação estiver pendente.
Fonte: Max Press Net
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