Cientistas holandeses estão desenvolvendo a bateria bioeletroquímica, de baixo custo, composta por bactérias, que ajudam no armazenamento de energia.
De acordo com os pesquisadores, a bateria é composta por um módulo de Síntese Elétrica Microbial (MES), que absorve elétrons e gera acetato (sal metálico capas de armazenar eletricidade), e por uma célula combustível microbial, que processa o acetato com a ajuda de esquemas de redução e oxidação, liberando novamente a energia para ser utilizada. O processo pode ser repetido várias vezes, possibilitando o armazenamento e a liberação de cargas de energia como em uma bateria comum.
Após os testes, a equipe de cientistas conseguiu alimentar a bateria por 16 horas, gerando uma energia total de oito horas. A bateria sobreviveu a apenas 15 ciclos de carga, porém como as colônias de bactérias se renovam, ela tem potencial para durar por mais ciclos.
Segundo os pesquisadores, a bateria pode ser usada em conjunto com painéis solares, mas ainda há bastante desenvolvimento para comercializá-la, principalmente porque os componentes possuem entre 30% e 40% da eficiência das versões de íon-lítio, que alcançam 80%.
Fonte: ACS
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